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Seu filho foi vacinado contra o HPV?

Esta é uma pergunta cada vez mais frequente entre os pais, principalmente de filhos adolescentes. Vacinas contra o HPV (Papiloma vírus humano) não estão disponíveis há muito tempo, a primeira foi aprovada nos EUA em 2006 e desde então algumas outras entraram no mercado.

Estas vacinas foram produzidas para oferecer proteção contra alguns (não todos) os subtipos do vírus, que é uma das mais comuns doenças sexualmente transmissíveis.

O termo HPV abrange uma gama de mais de 100 tipos de vírus. Cerca de 40 deles são transmitidos por via sexual e na maior parte das vezes as pessoas não sabem que estão infectadas.

Muitas vezes a infecção se resolve espontaneamente, sem tratamento. Mas não sempre. Alguns tipos do vírus provocam infecções persistentes e estão relacionados com câncer de colo uterino, vulva e vagina nas mulheres e câncer de pênis nos homens. Além disso, estão relacionados também com canceres de boca, garganta e ânus. A manifestação inicial mais comum é o surgimento de verrugas genitais, que geralmente não doem nem coçam.

A vacinação se mostrou eficaz em prevenir estas complicações. Mas, mesmo assim, ainda é pouco frequente que os pais vacinem seus filhos no momento correto. Nos EUA, onde a vacinação é mais disseminada, menos de 35% das meninas receberam as 3 doses necessárias para a imunização.

A vacina é segura e pode prevenir problemas graves no futuro. O ideal é que seja aplicada antes da primeira relação sexual, recomenda-se entre 11 e 12 anos, e é especialmente importante em meninas.

Informe-se com seu médico e com o pediatra a respeito.